Sunday, 23 November 2008

A bienal está um belo lixo.

Tirando o trabalho desta Leya Mira Brander paulista de 76 assim como eu nada prestou. O melhor foi saber que o Mauricio Ianês apresentou sua instalação itinerante até mesmo no segundo andar. Que está vazio. Sei lá eu quantos metros quadrados desperdiçados nesta ilha de concreto desenhados pela mão do mestre em si. Que fez cem anos. A melhor parte foi dar uma voltinha até o MAM para ver as queimadas de Frans Krajcberg e acabar de novo babando na frente do Leonilson. Não tem jeito mesmo.

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