Monday, 11 August 2008

estou eu aqui bem orgulhosa da minha própria pessoa.
apesar de fotografar desde sempre e de saber como funciona a teoria da coisa sou daquelas pessoas que primeiro precisa acostumar-se com os robôs para depois poder usá-los propriamente dito. sento na poltrona favorita com o manual de instruções em uma mão e a câmera na outra. sim. eu adoro manuais de instrução. geek power. li e reli tudo. agora aperto todos os botões necessários e já faço experimentos com sombra e contra-luz. meu ponto fraco são siluetas e luzes dramáticas. perspectiva e profundidade de campo. ai ai. minha mão dói. vou comprar uma daquelas bolinhas para exercitar estes músculos que apesar dos anos de escrita compulsiva não é forte o bastante.
já fiz papel de chata no aniversário da amiga-mirim e ceguei todo mundo com um flash que não é brincadeira. o difícil é conseguir uma foto boa de todo mundo. nunca vi ter tanto medo de foto. prometo não roubar a alma de ninguém e o máximo que posso fazer é me comprometer a não divulgar as fotos que acentuam os defeitos de cada um. certo?
não satisfeita com um novo brinquedo lá vou eu e compro/rolo outro. afinal meu computadorzinho lindo e companheiro de quatro longos anos não é compatível com o peso das minhas fotos. rs. o penosinho está aqui patinando enquanto escrevo suas últimas migalhas de memória. já apaguei capítulos de vida hoje para poder trabalhar nele. estes dias atrás resolvemos abrir e limpar o que nunca foi limpo. saíram três gatos e uns quilos de poeira da babilônia da caixinha preta. o novo é lindo e branco mas é italiano e não tem certos acentos. vou esperar meu hacker voltar com os cds todos eles e vou formatar tudinho. por enquanto estou usufruindo do dvd na cama já que a tela é bélissima e do msn uairléss. adoro saber que posso conectar meu bebezinho na linha alheia em qualquer lugar. sempre tem conexão e não tem fio.
a nível de buátchi estou bem calminha mas calminha até demais. parei com tudo pois já não aguento mais nada. um drink eventual.
o último foi a degustação no chivas studio que por sinal foi tudo. uma aulinha sobre a minha bebida favorita. descubro a história de como é destilado o veneninho. aprendo de onde ele vem e para onde ele vai. os barris de carvalho usados e o intragável single malt. os folhadinhos de chévre estavam de matar. tudo isso deliciosamente explicado pelo mais do que lindo Zé Eduardo. depois um café com chocolate e voltei para casa com o balão do orgulho bem infladinho e ligeiramente tonta. um brinde ao Zé.
quarta feira vou tentar passar lá no sesc santana ver um biombo japa que a querida e talentosa Catarina Gushiken pintou.
pouco a pouco eu retomo o gosto pela máquina outra vez.
até logo pessoal.

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