tive sonhos estranhos que não consigo lembrar direito. sonhos onde era espectadora ativa. fugas de um gigante sobrenatural. um ogro imortal a perseguir-me sem me alcançar. uma década atrás sonhava o mesmo sonho de perseguições. eram calabouços de portas que se abriam e fechavam e escadas intermináveis. de fugas repetidas e vampiros ao invés de ogros. meus sonhos se repetem. sonho que corro. corro de alguém. nunca sei quem. corro por todos os caminhos conhecidos de todas as cidades de todos os continentes que estive em um só sonho. começo em curitiba e vou acabar em estocolmo. cansa. isto quando as escadas não desabam depois de mim fazendo com que eu dispare a correr (de novo) escada acima. tem a recepcionista no topo da escada que desaba que vira gato conforme eu chego perto. tem a fumaça que entra debaixo da porta do quarto onde me trancaram e vira dragão. e nem vou falar sobre os sonhos nos quais sou enterrada viva. tenho minhas casas. que são sempre as mesmas e que se repetem. algumas estão abandonadas como eu lembro mas com teias de aranha e poeira. outras estão vivas e têm outros moradores e outras portas que não conheço e passagens com grandes trancas que nunca esqueço de fechar mesmo em meio ao desespero. mas os meus favoritos são os pesadêlos da ressaca. especialmente a ressaca química. nesses vejo com os meus olhos. os vikings em batalha. os cavalos. as espadas escudos e machados. os gritos e o sangue. estes não são tão frequentes agora.
e teve também o sonho em que peguei linda meu metro em union sq - nyc e desci em tokio na estação dentro do museu no qual tinha uma exposição do yoshitomo nara. em cinco minutos. tá.
Sunday, 2 March 2008
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1 comment:
cuen.
interna.
;*****
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